O diretor de Desenvolvimento Industrial e Economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Eduardo Abijaodi, morreu aos 75 anos nesta segunda-feira, 19, devido a complicações da Covid-19. Internado desde 13 de março no hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, Abijaodi recebeu o diagnóstico da doença em 9 de março. Ele deixa a esposa Zuleide, os filhos Gustavo e Juliana e os netos Bernardo, Matheus e Sophia.

“Além de sua extrema correção, afabilidade e competência, Abijaodi conhecia como poucos a política industrial e as engrenagens do comércio exterior. Além do amigo, perdemos também um profissional de visão e com espírito inovador, cuja trajetória foi marcada pela defesa incansável de políticas públicas pela inserção internacional da indústria brasileira”, declarou em nota o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Carlos Eduardo Abijaodi ocupava a diretoria da CNI há mais de dez anos e era reconhecido como um dos miores especialistas de todo o país em política industrial e comércio exterior. “Sua vasta experiência nos temas de interesse do setor privado e sua admirável habilidade para negociação farão muita falta não apenas ao Sistema Indústria, mas também ao país”, acrescentou o presidente da CNI.