Daugliesi Giacomasi Souza, fundadora da DGdecor, acompanha uma mudança cada vez mais presente no mercado de arquitetura e interiores: a incorporação da sustentabilidade como critério relevante em projetos de construção, reforma e decoração. O tema, que durante muitos anos esteve associado apenas a iniciativas específicas, passou a influenciar decisões relacionadas a materiais, iluminação, consumo de energia e aproveitamento dos espaços.
A transformação acompanha um comportamento crescente entre consumidores que buscam unir conforto, funcionalidade e responsabilidade ambiental.
O que mudou na forma de planejar reformas?
Antigamente, muitos projetos concentravam suas decisões em aspectos estéticos e orçamentários. Atualmente, questões relacionadas à durabilidade dos materiais e ao desempenho dos ambientes ganharam espaço.
A escolha de revestimentos, por exemplo, passou a considerar não apenas aparência, mas também manutenção, resistência e impacto ambiental ao longo do tempo. Daugliesi Giacomasi Souza acompanha uma demanda crescente por soluções que conciliem qualidade visual e eficiência.
Como pequenos ajustes podem gerar resultados relevantes?
Um erro comum é imaginar que sustentabilidade depende exclusivamente de grandes investimentos. Na prática, diversas melhorias podem ser implementadas por meio de escolhas simples. A utilização adequada da iluminação natural, por exemplo, contribui para reduzir o consumo energético.
Da mesma forma, o aproveitamento inteligente dos espaços ajuda a diminuir desperdícios durante reformas. Essas medidas geram benefícios concretos tanto para os moradores quanto para a operação do imóvel.
A escolha dos materiais faz diferença?
Sim. O mercado oferece atualmente uma variedade maior de revestimentos e acabamentos desenvolvidos para atender critérios de durabilidade e eficiência. Comparado ao passado, existe maior disponibilidade de produtos que conciliam desempenho técnico e estética contemporânea.

Daugliesi Giacomasi Souza observa que consumidores estão mais atentos às características dos materiais utilizados em seus projetos, especialmente quando envolvem reformas de longo prazo.
Por que a funcionalidade está ligada à sustentabilidade?
Ambientes bem planejados tendem a exigir menos intervenções futuras. Isso reduz desperdícios de materiais e evita reformas recorrentes motivadas por erros de projeto. Além disso, soluções funcionais favorecem melhor aproveitamento dos espaços e aumentam a vida útil dos elementos incorporados ao ambiente.
Essa relação entre funcionalidade e sustentabilidade tornou-se uma das principais tendências da arquitetura residencial contemporânea.
Natureza e bem-estar nos ambientes
Outro movimento observável é a valorização da natureza dentro dos projetos de interiores. Plantas, iluminação natural e materiais que remetem a elementos naturais ajudam a criar ambientes mais agradáveis.
Além do aspecto estético, essa integração contribui para sensações de conforto e equilíbrio, cada vez mais valorizadas pelos moradores. Daugliesi Giacomasi Souza acompanha projetos que incorporam esses elementos como parte de uma abordagem mais ampla voltada à qualidade de vida.
O futuro aponta para escolhas mais conscientes
A tendência é que sustentabilidade continue influenciando decisões relacionadas à arquitetura, construção e decoração. Daugliesi Giacomasi Souza atua em um setor que passa por constantes transformações. À medida que consumidores buscam ambientes mais eficientes, confortáveis e duráveis, cresce a importância de projetos capazes de unir estética, funcionalidade e responsabilidade no uso dos recursos disponíveis.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
